O que as famílias contam depois de conhecer a casa
Cada relato aqui veio de uma conversa real. Não pedimos apenas os pontos positivos — pedimos honestidade, e foi isso que recebemos.
← Página inicialDepoimentos das famílias
Datas e nomes reais. Editamos apenas para legibilidade.
Mariana Souza
Filha de moradora permanente — Petrópolis, RJ
"Minha mãe mora na Vila há quase dois anos. O que mais me surpreendeu foi como ela voltou a ter rotina — acorda com hora certa, tem uma mesa posta esperando e alguém com quem conversar. Antes, ela passava o dia no sofá. Não é que a Vila tenha feito algum milagre; é que ela tem o básico que faltava: companhia."
Junho de 2025
Ricardo Carvalho
Filho de morador da vaga diurna — Petrópolis, RJ
"Meu pai vai à Vila de segunda a quinta. O que mudou para mim é que consigo trabalhar sem ficar olhando para o celular esperando alguma ligação ruim. O bilhete que chega toda semana é simples — uma página manuscrita — mas faz diferença saber que alguém prestou atenção no dia dele. No começo achei que ele resistiria, mas na segunda semana já reclamava quando eu tentava mudar o horário de busca."
Junho de 2025
Ana Lucena
Filha de moradora — Friburgo, RJ
"Começamos com duas semanas de quarto temporário para ver como minha avó se adaptava. Ela foi bem. Na terceira semana pediu para ficar mais. Já faz quatro meses. O jardim foi a grande surpresa — ela sempre quis ter uma horta e agora tem um canteiro só dela. A equipe conhece o nome das plantas que ela plantou."
Maio de 2025
Paulo Figueiredo
Filho de morador permanente — Rio de Janeiro, RJ
"Não foi uma decisão fácil para nenhum de nós — nem para meu pai. Mas a Fernanda teve paciência de conversar com ele antes da chegada, de perguntar o que ele gosta de tomar no café, o que ouve no rádio. Quando chegou, o rádio já estava na estação certa. Isso valeu mais do que qualquer promessa. O preço é justo para o que está incluído."
Julho de 2025
Cláudia Barros
Sobrinha de moradora — Teresópolis, RJ
"Minha tia ficou no quarto temporário durante uma reforma de três semanas no apartamento dela. Achei que ela ia sentir falta de casa, mas na verdade ela começou a falar que sentia falta da Vila quando voltou para o apartamento. A cozinha da Cleide foi um fator decisivo, ela conta para todo mundo. Não temos parentes em casa que cozinhem tanto assim."
Julho de 2025
Débora Monteiro
Filha de morador da vaga diurna — Petrópolis, RJ
"Só duas críticas: o transporte às vezes atrasa uns quinze minutos no período de chuva, e gostaria que houvesse mais atividades físicas leves. Mas a Fernanda ouviu quando comentei e disse que está pensando nisso. Fora isso, meu pai mudou — ele fala mais, come melhor e para de ligar às dez da manhã para saber o que tem para o almoço."
Junho de 2025
Três histórias em detalhe
Situações diferentes, caminhos diferentes, resultados que as famílias não esperavam.
Dona Vilma, 78 anos — moradora permanente há 20 meses
A situação antes
Viúva há seis anos, Vilma morava sozinha num apartamento de dois quartos no centro de Petrópolis. A filha, que mora em Friburgo, ligava toda manhã mas vivia preocupada. Vilma acordava, fazia um café, assistia televisão e eventualmente dormia no sofá. A semana toda era assim.
O que mudou
Passou duas semanas no quarto temporário antes de decidir pela moradia permanente. Na segunda semana já tinha pedido um canteiro no jardim. Hoje cuida de hortelã, manjericão e três tipos de alface. O Roberto faz um passeio semanal até o mercado com ela para escolher o que vai plantar no mês seguinte.
O que a filha observou
"Ela liga para mim agora para contar coisas — o que plantou, o que almoçou, uma conversa que teve. Antes, ela ligava porque estava entediada. É uma diferença grande, mesmo que pareça pequena."
Seu João, 74 anos — vaga diurna há seis meses
A situação antes
João passou a vida como marceneiro. Aposentado, ficava em casa enquanto a esposa trabalhava como professora. Tentou ir ao clube, mas não gostou. Tentou uma academia, mas desistiu na segunda semana. A filha começou a se preocupar com o isolamento.
O que mudou
Na Vila, a oficina de marcenaria virou o ponto central. Já fez uma estante para a biblioteca da casa e um banco de jardim que os outros moradores pediram. Ele vai às quartas e sextas, mas às vezes aparece na terça também quando sabe que há projeto em andamento.
O que a família observou
"O Ricardo chegou em casa na quarta-feira com lascas de madeira no bolso. Isso não acontecia faz anos. Ele voltou a ser ele mesmo."
Dona Ester, 82 anos — quarto temporário de três semanas
A situação antes
A família precisava reformar o apartamento de Ester e não tinham onde deixá-la por três semanas. Procuravam um lugar que não fosse hospitalar nem hoteleiro — queriam que ela se sentisse como se estivesse numa casa de parente.
O que mudou
Ficou três semanas e quando a reforma terminou, perguntou se poderia ficar mais uma. A sobrinha conta que ela voltou para o apartamento, mas que a Cleide já reserva o pote de doce de leite que Ester gosta para quando ela aparecer de visita.
O que ficou
"Minha tia voltou falando de cada morador pelo nome. Pergunta da Vilma, do João, do Roberto. Virou parte da vida dela — ela só não mora mais lá porque o apartamento dela está pronto."
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Visitas
Recebemos visitas de segunda a sexta entre 9h e 17h, e no sábado de manhã. Basta avisar com antecedência.
A casa em números
9
anos de funcionamento contínuo
60+
famílias atendidas
4,7
nota média de satisfação (de 5)
8
anos com a mesma equipe principal
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Nenhum compromisso. Só uma conversa e uma visita para ver como é no dia a dia.
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